domingo, 6 de maio de 2012

1ª Vara da Infância e Juventude DF lança coletânea de cartilhas explicativas


A 1ª Vara da Infância e da Juventude do DF trabalha com crianças e adolescentes em situação de risco social e com adolescentes em conflito com a lei. O amplo campo em que atua, seja a título preventivo, punitivo ou protetivo, reflete na diversificação de seu público, que é constituído de jurisdicionados e seus familiares, de parceiros ou mesmo de visitantes, que precisam de orientação adequada. 

Trata-se de uma coletânea composta de oito cartilhas explicativas, que versam sobre os assuntos da competência da 1ª VIJ, dispostos de modo didático e unificado, trazendo passo a passo, fluxogramas, procedimentos, telefones úteis, esclarecimentos sobre como denunciar violações a direitos de crianças e adolescentes.
 
Para tanto as oito publicações podem ser baixadas do site do TJDFT, encaminhamos em anexo os destacados em vermelho por se tratarem de assuntos de maior interface com o serviço social na saúde.
Havendo interesse nos demais temas clique encima do tema ou 
acesse:http://www.tjdft.jus.br/trib/vij/vij_colecao.asp

quarta-feira, 2 de maio de 2012

MPDFT discute a execução da medida de segurança para atender a reforma psiquiátrica

As 2ª e 3ª Promotorias de Justiça de Execuções Penais realizaram, na última sexta-feira, 27, reunião para estudar e propor ações que aproximem a execução da medida de segurança no DF aos parâmetros estabelecidos pela Lei de Reforma Psiquiátrica (Lei 10.216/2001). Em 2011, foi criado um grupo interssetorial, que se reúne periodicamente, para analisar o tema. Esse foi o sétimo encontro.

Além do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), fazem parte do grupo representantes da Vara de Execuções Penais, da Subsecretaria do Sistema Penitenciário, da Secretaria de Saúde (Gerência de Saúde Mental e Gerência de Saúde Prisional), da Penitenciária Feminina do DF (popularmente conhecida como Colmeia), Subsecretaria de Álcool e Drogas, Instituto de Saúde Mental e dos Centros de Atenção Psicossocial - Álcool e Droga (Caps-AD) de Santa Maria e da Rodoviária.

No DF, não há uma política pública própria na execução da medida de segurança para os indivíduos inimputáveis que cometem delito penal. O objetivo dos encontros é discutir soluções para esse problema. Na última reunião, o grupo solicitou que as titulares da 2ª e 3ª Promotorias de Justiça de Execuções Penais, Cleonice Varalda e Helena Duarte, deem conhecimento às Promotorias de Justiça Criminal sobre os problemas enfrentados pela falta de estrutura do sistema prisional relacionados à execução da medida de segurança.

Os indivíduos inimputáveis sentenciados com a internação devem cumpri-la na Ala de Tratamento Psiquiátrico (ATP) da Colmeia. No entanto, segundo o MPDFT, a situação é extremamente crítica devido à superlotação e aos sérios problemas de ordem estrutural. "O que acontece hoje na ATP é que os pacientes ficam trancados o dia todo e isso contraria a lei. Queremos humanizar a internação dessas pessoas", afirma Cleonice Varalda.

Para a promotora de Justiça, a ATP é um espaço prisional adaptado, porém não possui nenhuma característica que ofereça assistência integral à pessoa portadora de transtornos mentais. Segundo ela, deveria existir, por exemplo, serviços médicos, psicológicos, ocupacionais, educacionais, de assistência social e de lazer suficientes para atender adequadamente todos os internos. Outra dificuldade encontrada é que o local não tem verba própria para o seu funcionamento. "Na prática, pode-se afirmar que a ATP foi um arranjo feito para acomodar os internos que cumprem a medida de segurança na modalidade de internação", afirma Cleonice. Além disso, são alojados no mesmo espaço pessoas portadoras de sofrimento mental, dependentes químicos e até psicopatas.

Embora a execução da medida de segurança esteja distante do proposto pela lei, alguns avanços já ocorreram após a formação do grupo interssetorial. "A ampliação da equipe de saúde, as mudanças nos processos de execução para melhor adequá-los à reforma psiquiátrica e a possibilidade de atendimento dos internos em Caps-AD são alguns dos exemplos", cita a promotora de Justiça. "Um dos objetivos é conseguir parcerias com outros órgãos para que os envolvidos com drogas tenham um atendimento mais adequado e que sejam separados dos pacientes que são portadores apenas de transtorno mental".

Para o MPDFT, o governo deve adotar, com urgência, as seguintes medidas:
a) agilizar a reforma dos espaços físicos ocupados pelos internos;
b) destinar verba própria para compra de materiais para as atividades terapêuticas e para a adequada manutenção e funcionamento da ATP;
c) destinar espaço próprio, humanizado, que não tenha características asilares, mas ofereça adequada assistência integral à pessoa portadora de transtornos mentais, inclusive em regime de plantão;
d) ampliar e capacitar as equipes de segurança e de saúde para o adequado tratamento da pessoa portadora de transtornos mentais.


Fonte: http://www.mpdft.gov.br/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=4753&Itemid=1

Plano Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho (PLANSAT)

Na véspera do Dia Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho, comemorado em 28 de abril, foi lançado o Plano Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho (PLANSAT) com definição de estratégias e ações para implementação, monitoramento, avaliação e aperfeiçoamento do sistema nacional atual.

        O PLANSAT prevê a promoção da participação dos trabalhadores e empregadores nas instâncias de controle social. Entre as ações estratégicas, estão as que promovem o fortalecimento da participação de representantes de trabalhadores e empregadores nas instâncias de controle social, como conferências, conselhos, comissões e grupos de trabalho, em âmbito nacional, estadual e municipal.

        Para o conselheiro nacional Jorge Venâncio, que no CNS representa a Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), uma das grandes contribuições do controle social é identificar áreas mais problemáticas do ponto de vista da segurança e da saúde do trabalhador. “Como ainda não temos um acompanhamento mais específico por parte das unidades e dos profissionais de saúde, cabe, na prática, aos movimentos sociais e aos sindicatos sistematizar informações sobre os principais gargalos da segurança e da saúde do trabalhador”, observa.

        Entre os setores mais afetados por acidentes de trabalho está o da construção civil e o transporte rodoviário de carga. “É comum entre os caminhoneiros fazer jornadas de 20 horas ou mais por dia”, ressalta o conselheiro nacional Jorge Venâncio. Ele também faz parte do grupo tripartite que, integrando representantes do governo, de sindicatos de trabalhadores e de associações patronais.

        “O resultado desse trabalho intersetorial e tripartite fortalece as ações de saúde do trabalhador induzidas pelo Ministério da Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde, que tem como um de seus pilares a contínua atenção integral à saúde do trabalhador”, explicou o coordenador geral de saúde do trabalhador do Ministério da Saúde, Carlos Vaz.

        Entre as demandas do CNS está a elaboração de um sistema de dados mostrando o índice de acidentes que afetam trabalhadores, a começar pelas investigações de mortes causadas por acidentes de trabalho notificadas no Sistema de Informação sobre Mortalidade.

        Acesse aqui a recomendação  do CNS pela estruturação da rede integrada de informações em Saúde do Trabalhador

        Acesse aqui o decreto que trata da Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho

Fonte: Equipe de Comunicação do CNS Fone: (61) 3315-3576/3179 Fax: (61) 3315-2414/3927 e-mail: cns@saude.gov.br
Site: www.conselho.saude.gov.br

Dilma sanciona lei de previdência complementar para servidores da União


A presidenta Dilma Rousseff sancionou a lei que cria a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp) para os servidores públicos da União. A norma está na edição de hoje (2) do Diário Oficial da União. No texto, publicado em três páginas, há detalhes sobre o funcionamento do novo modelo, planos de saúde e a fiscalização da Funpresp. O estudo foi coordenado por um grupo de trabalho multiministerial.

A nova ordem vale a partir desta lei para os servidores que ingressarem no funcionalismo público, que não terão mais a garantia de aposentadoria integral. De acordo com a norma sancionada, os servidores públicos federais que têm salários até o teto da Previdência, hoje R$ 3.916,20, vão contribuir com 11%, e o governo com 22%. Sobre o valor que exceder esse limite, a União pagará até 8,5%.

A contribuição da União é paritária, o que significa que se o servidor pagar um percentual de 5%, a União pagará a mesma porcentagem. Ficam garantidos os valores das aposentadorias até o teto da Previdência. O servidor interessado em receber acima do teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) terá de pagar uma contribuição à parte, aderindo à Funpresp ou a fundo de pensão privado.

A nova regra não vale para os atuais servidores. A mudança só vale para os servidores nomeados a partir da sanção da lei. O texto da nova lei foi votado no Congresso no mês passado. O novo modelo é uma tentativa do governo para diminuir o déficit da Previdência Social.

O trabalhador que aderir à previdência complementar passará a pagar menos Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF). Inicialmente, a alíquota é 35%, maior que no regime tradicional, mas o imposto cai 5 pontos percentuais a cada dois anos de contribuição, até chegar a 10% a partir de dez anos de contribuição.

Os atuais servidores também poderão optar pela permanência no regime de aposentadoria integral ou pelo regime de previdência complementar. Para garantir o funcionamento da Funpresp, a União já garantiu aporte financeiro de R$ 100 milhões no Orçamento de 2012.

Fonte: Talita Cavalcante Da Agência Brasil, em Brasília


Ministério da Previdência Social e Governo do Distrito Federal preparam integração do regime previdenciário do DF com o SRPPS


O Ministério da Previdência Social (MPS) e o Governo do Distrito Federal (GDF) firmaram protocolo de intenções com o objetivo de elaborar plano de trabalho para a integração do regime previdenciário do DF com o Sistema dos Regimes Próprios de Previdência Social (SRPPS). O documento foi assinado pelo ministro Garibaldi Alves Filho e pelo governador Agnelo Queiroz. Além da integração o protocolo também prevê o desenvolvimento de pesquisas e estudos acerca da legislação do RPPS do DF.
O SRPPS, desenvolvido pela Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev), tem como objetivo combater o desperdício de recursos e proporcionar maior eficiência ao setor público. Ele compreende o SIPREV/Gestão (Sistema Previdenciário de Gestão de Regimes Próprios de Previdência Social), CNIS/RPPS (Cadastro Nacional de Informações Sociais de Regimes Próprios de Previdência Social) e Informe/CNIS/RPPS (aplicativo de informações gerenciais).
“O SIPREV/Gestão é uma ferramenta oferecida gratuitamente pelo Ministério da Previdência Social aos entes federativos que já implantaram seu regime próprio de previdência social. Ele visa à gestão previdenciária local e a validação e envio dos dados para o CNIS/RPPS”, explicou o ministro Garibaldi Alves Filho.
O CNIS recebe e centraliza os dados dos servidores públicos. A partir destas informações é possível, por meio do Informe/CNIS/RPPS, identificar, por exemplo, pessoas que já faleceram, mas continuam recebendo remuneração ou proventos como servidores públicos, aposentados ou pensionistas. Também é possível detectar pessoas que possuem, ao mesmo tempo, vínculos ativos irregulares em diversos entes da federação.
É possível ainda, através do sistema que o MPS está implantando em todo o país, descobrir indícios de acumulações indevidas (cargos, empregos ou funções públicas, aposentadorias e pensões civis) e até verificar vínculos existentes no momento de uma nova contratação. (Roberto Homem).
Fonte: http://blog.previdencia.gov.br/?p=2318#more-2318

Resolução do CNAS estipula regras para distribuição de recursos destinados à inclusão profissional de pessoas com deficiência

A Resolução nº 13/2012, aprovada na reunião ampliada do Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), em Manaus, estabelece requisitos e critérios de partilha do confinanciamento federal para apoio às ações de articulação, mobilização, encaminhamento, monitoramento visando à inclusão no mundo do trabalho de pessoas com deficiência. Publicadas no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (30), as normas vão apoiar os municípios e o Distrito Federal na execução de serviços socioassistenciais.

A resolução está em consonância como as diretrizes do Plano Brasil Sem Miséria do governo federal, que tem como eixos estratégicos transferência de renda, acesso a serviços e inclusão produtiva. Também se integra ao Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Viver Sem Limites, que prevê a articulação entre diversos órgãos para promover educação, saúde, inclusão social e acessibilidade às pessoas com deficiência, que se encontram em situação de vulnerabilidade social.

“A meta é potencializar e ampliar as estratégias já existentes nos municípios e no Distrito Federal. Trata-se de uma articulação com outras agendas importantes no âmbito do Plano Brasil Sem Miséria, como o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec)”, explica José Crus, representante do CNAS e do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). 

O Pronatec integra o Brasil Sem Miséria e visa promover ações para ampliar a oferta de vagas na educação profissional, melhorando as condições de inserção da população mais pobre no mundo do trabalho. “Estamos construindo uma rede integrada e reconhecendo a centralidade da assistência social no combate à extrema pobreza”, diz Crus.

O CNAS promoveu reunião ampliada, entre 17 e 19 de abril, em Manaus, onde três propostas foram aprovadas, após terem sido negociadas na Comissão Intergestores Tripartite (CIT), formada por representantes da União, dos estados e municípios. As resoluções nº 10/2012 e nº11/2012 foram publicadas na semana passada e tratavam de critérios de partilha de recursos para a construção de Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e cofinanciamento federal dos serviços de proteção especial para pessoas com deficiência. 


Para acessar a íntegra das resoluções, clique aqui.

Fonte: Cláudia Sanz  Ascom/MDS  3433-1021 www.mds.gov.br/saladeimprensa

terça-feira, 1 de maio de 2012

Dino pede ao CNJ especialização de varas em saúde

O ex-deputado federal e atual presidente da Embratur, Flávio Dino, entrou com Pedido de Providências no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), solicitando a edição de uma resolução que determine aos Tribunais a especialização de varas para processar e julgar ações cíveis e criminais relacionadas ao direito à saúde. O pedido foi entregue, na última quinta-feira (26/4), pelo deputado ao presidente do CNJ, ministro Carlos Ayres Britto. A proposta, segundo Dino, visa a garantir uma resposta efetiva da Justiça aos mais de 240 mil processos que tramitam no Brasil, relacionados a esse direito fundamental, conforme dados de 2010 levantados pelo próprio Conselho. "Sou totalmente receptivo. Precisamos de varas especializadas na apreciação de reclamações contra atendimentos médicos desqualificados", afirmou o ministro Ayres Britto. A maior parte destes processos se refere a reclamações de pessoas que reivindicam na Justiça acesso a medicamentos e a procedimentos médicos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), bem como vagas em hospitais públicos e ações diversas movidas por usuários de seguros de saúde. 

Segundo o deputado, o número de ações, aliado às “cenas de horror” a que a sociedade brasileira assiste em hospitais públicos e privados em todo o país – de filas intermináveis, pacientes pelo chão, erros de diagnóstico e tratamento – demonstram a necessidade de o Judiciário adequar sua organização para atender os litígios em que se discute o direito à saúde. “Resta clara a atual dificuldade de o Poder Judiciário oferecer respostas adequadas às demandas que emanam do exercício do direito à saúde, haja vista a profundidade e a urgência do problema”, observa. A demora do Judiciário em demandas desse tipo, conforme exemplifica, pode, em alguns casos, inclusive, ter repercussão direta na vida ou morte de pessoas doentes – como no caso de demandas por leito em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e por medicamentos essenciais. Também pode prejudicar o andamento de investigações de eventuais crimes resultantes de atos de profissionais da saúde. 

Para Dino, a especialização se mostra cada vez mais necessária diante da crescente proliferação de hospitais particulares e clínicas médicas, que ampliaram o acesso aos serviços, em uma lógica de mercantilização da saúde. Como resultado, cresce o ajuizamento de ações na Justiça e frequentemente os magistrados se deparam com situações que extrapolam o conhecimento jurídico, tendo que analisar laudos periciais, relatórios médicos, prontuários de atendimento e prescrição de medicamentos, sem ter o devido preparo para isso. “Objetiva-se, a partir da especialização da estrutura organizativa do Judiciário, possibilitar aos operadores do Direito, e em particular ao Estado investido na função julgadora, maior precisão e celeridade na apreciação dos atos que afetam tão singular bem jurídico protegido”, argumenta o deputado no pedido ao CNJ. É o caso do que ocorreu com outras áreas, que, diante da demanda crescente, passaram a ter unidades especializadas na Justiça, como é o caso da infância e juventude, violência doméstica contra a mulher e os crimes de lavagem de dinheiro. 

Fórum da Saúde – O CNJ possui diversas linhas de atuação que buscam agilizar o trâmite de processos sobre temas relacionados à saúde. Em agosto de 2010 o Conselho instituiu o Fórum Nacional do Judiciário para  Monitoramento e  Resolução das  Demandas de Assistência à Saúde, cujo papel é elaborar estudos e propor medidas para aperfeiçoar os procedimentos da Justiça no atendimento a demandas dessa natureza. Além disso, o CNJ possui duas Recomendações (números 31/2010 e 36/2011) que orientam os tribunais a adotarem medidas para assegurar maior eficiência na solução de demandas judiciais envolvendo a assistência à saúde. 

Fonte: Mariana Braga Agência CNJ de Notícias

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Aprovados em concurso dentro das vagas serão chamados, garante ministra

A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, tranquilizou os candidatos aprovados em concursos públicos do Executivo que estão dentro das vagas estabelecidas nos editais e ressaltou, nesta quinta-feira (26), que eles serão chamados para tomar posse. Segundo ela, isso será feito dentro do prazo do concurso, ainda que seja necessário prorrogar sua validade, se isso estiver previsto no edital.

A ministra participou de debate da Comissão de Trabalho, de Administração e de Serviço Público para discutir os efeitos da portaria (39/11) que suspendeu concursos públicos e nomeações desde março de 2011. Miriam Belchior explicou que, na prática, o governo vem analisando caso a caso as necessidades dos ministérios e já autorizou a contratação de mais de 17 mil pessoas após a portaria.

Ela disse que poderão ser chamados inclusive os aprovados que não estão dentro das vagas previstas nos editais. E negou que o governo venha represando contratações à espera da sanção do novo regime de aposentadoria dos servidores públicos, aprovado na Câmara em fevereiro.

A ministra disse que o Executivo contratou 177,5 mil servidores entre 2003 e 2011, a maior parte nas áreas da Educação e da Ciência e Tecnologia. O total de servidores federais hoje, fora militares, é de 571 mil.

A deputada Andreia Zito criticou o fato de a ministra não ter apresentado o número de concursados aprovados que ainda aguardam nomeação e o cronograma de convocação. "Achei estranho não ter esses dados aqui, já que foi uma audiência marcada há pelo menos há um mês”, disse. ( FONTE: http://noticias.uol.com.br/empregos/ultimas-noticias/2012/04/27/aprovados-em-concurso-dentro-das-vagas-serao-chamados-garante-ministra.jhtm)

http://www.perito.med.br/